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Operações de áudio digital

Operações de áudio digital podem ser de:

Armazenamento: é possível armazenar áudio digital com os débitos binários característicos dos formatos de alto débito em discos rígidos. Uma hora de áudio digital com um débito binário equivalente à qualidade CD exige, aproximadamente, 500 MB de espaço de armazenamento. Por isso, as aplicações multimédia que incluam grandes quantidades de áudio digital podem utilizar dispositivos de armazenamento terciários, tais como os discos ópticos.

Recuperação: o acesso aleatório ao áudio digital designa a capacidade de recuperar e reproduzir rapidamente porções de sequências de áudio digital. A este nível, as questões colocam-se sobretudo na procura dos dados e na sua leitura, de forma a assegurar um fluxo contínuo de amostras para alimentar o conversor D/A.

Edição: existem, basicamente, duas formas de edição de áudio digital: com base em tapes ou com base em discos rígidos magnéticos. Seja qual for a forma de edição, as operações de edição fundamentais envolvem sempre cortar, copiar e inserir (cutting, copying e inserting) segmentos de áudio.

Filtragem e aplicação de efeitos: os programas de edição de áudio permitem realizar um conjunto de efeitos especiais sobre áudio através da aplicação de técnicas de filtragem digital. Este processo depende da complexidade do efeito e pode envolver várias pistas, pelo que o processamento pode ser ou não realizado em tempo real. Os efeitos mais comuns incluem o atraso, a equalização, a normalização, a redução de ruído, a compressão e expansão temporal, a alteração da tonalidade sem modificação da duração, a conversão para estereofónico e a aplicação de ambientes acústicos.

Conversão: as operações de conversão de áudio digital envolvem as conversões de um formato para outro, embora também seja possível alterar os parâmetros de codificação dentro do mesmo formato. Por exemplo, é possível realizar a amostragem de uma pista PCM a frequências e a amplitudes mais baixas.

Efeitos mais comuns:

Atraso – adição de ecos ou reverberação;
Equalização – enfatizar, reduzir ou balancear varias bandas de frequencia;
Normalização – escalar um segmento de modo a que o seu valor de pico não ultrapasse o máximo permitido;
Redução do ruído – hiss ou hum;
Compressão e expansão temporal – aumento ou diminuição da duração sem alteração da tonalidade ou pitch ;
Alteração da tonalidade sem modificação da duração – pitch shifting;
Conversão para estereofónico – dividir uma pista únicas em duas pistas estereofónicas com conteúdos de áudio diferentes;
Aplicação de ambientes acústicos – aplicação da assinatura de um ambiente acústico particular, por exemplo, o eco de uma catedral.


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