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Auto-retrato

Dá-se o nome de auto-retrato, quando o retratista procura descrever o seu aspecto e o seu carácter, revelando o que captou da expressão mais profunda de si mesmo. O auto-retrato constitui um exercício que permite revelar traços do criador artista. O mestre da pintura holandesa Rembrandt (1606-1669), através dos seus auto-retratos, permite, por exemplo, conhecer o percurso da sua vida, desde a juventude à velhice, mostrando-nos o homem de vontade indomável, mas solitário.
No auto-retrato, o artista procura mostra-se (ou descobrir-se) de uma forma mais nítida, mais verdadeira e pode mesmo não gostar daquilo que vê, pode não aprovar, e, por isso, pode modificar a imagem que de si encontrou.
Assim, um auto-retrato é um retrato, uma imagem, que o artista se faz de si mesmo. Muito usado na pintura, na literatura ou na escultura, o auto-retrato nem sempre representa a imagem real da pessoa, mas sim como o artista se vê: aceita e assume ou tenta mudar e isso depende de cada pessoa ou mesmo de cada momento.  Alguns artistas afirmam que existe sempre algum temor em cada auto-retrato, pintura, fotografia ou escultura. Teme-se a análise introspectiva, teme-se o conhecimento que ultrapasse a barreira da fantasia, que faça desmoronar um ideal. Como não é um desafio fácil para o artista, ele tende a esconder alguns traços físicos ou psicológicos. Por isso, o auto-retrato, tal como a auto-biografia ou o livro de memórias, tende a ser uma mentira.

 

Desenho e pintura digitais, scanner e câmara fotográfica digita

Devido á evolução sofrida no campo da informática hoje em dia já é possível se ter uma imagem produzida em ambiente gráfico. Utiliza-se de processos digitais e virtuais. Tem o objectivo de dar vida virtual as coisas e mostrar que a arte não é feita só a mão.

Desenho Digital

O desenho digital é feito a partir de ferramentas que imitam as produzidas tradicionalmente. Por vezes é concebido de uma maneira tão bem feita que é confundido com a arte tradicional.

Scanner

O scanner é um dispositivo que tem como finalidade digitalizar fotos, imagens, mapas, textos para o computador. O scanner faz varreduras na imagem física concebendo impulsos eléctricos através de um captador de reflexos. Existem 2 tipos de scanner. O de mão e o de mesa

Camara fotográfica digital

A câmara fotográfica digital serve para capturar imagens. Ao invés de utilizar a película fotossensível (filme) para o registro das imagens, que requer, posteriormente à aquisição das imagens, um processo de revelação e ampliação das cópias, a câmara digital registra as imagens através de um sensor que entre outros tipos podem ser do tipo CMOS ou do tipo CCD, armazenando as imagens em cartões de memória. Uma câmara pode suportar um só ou vários tipos de memória, sendo os mais comuns: CompactFlash tipos I e II, SmartMedia, MMC e Memory stick e SD.

Formatos de codificação de imagem

Na codificação de imagem o primeiro ponto a cumprir é o de criar a dimensão do código, para isso é necessário definir o numero de bits essencial para representar a informação existente. De seguida é necessário compactar os dados de series de pixels para series de códigos de compressão. O seguinte passo é o de construir series de bytes isto quer dizer que é preciso pegar no conjuntos dos códigos que foram utilizados para a compressão e converte-los em strings de 8 bytes. E por ultimo é necessário empacotar os bytes em blocos prevalecidos pela contagem de caracteres.

Os formatos de codificação de ficheiros de imagem são os seguintes:

GIF: Sigla para Graphics Interchange Format. É o formato de arquivos de imagens mais utilizado na internet. Este formato cria arquivos de imagens de tamanho relativamente pequeno em relação aos outros formatos. Mas é graças a essa compactação que é um formato ideal para utilização na internet. O tipo de compactação utilizada no formato GIF funciona melhor quando a imagem tem áreas continuas da mesma cor. Tem num máximo 256 cores. Devido a estas razoes o formato não é recomendável para fotos.

JPEG : Sigla para Joint Photographic Experts Group. O formato JPEG foi criado para comprimir imagens tiradas do mundo real. Funciona bem com fotos e desenho naturalísticos, mas não é tão eficiente com desenhos de letras, linhas e cartoons. O formato JPEG permite uma alta compressão das imagens. Mas devido ao seu precesso de compressao com perdas a imagem quando é edita pode ficar com qualidade pior do que a original.

PNG: Sigla para Portable Network Graphics. O formato PNG surgiu em 1996 para substituir o formato GIF. Este formato tem uma grande série de profundidade de cores e uma alta compressão. Mas a maior qualidade deste formato é permitir comprimir as imagens sem perda de qualidade. Este é o formato ideal para imagens que necessitam de manter sempre a sua qualidade. Mas apesar de estes benefícios este formato não é o mais utilizado nem o mais suportado.

TIFF – Sigla para Tagged Image File Format. Este formato é um antigo formato gráfico que permite armazenas imagens a preto e branco, a cores reais (True color, até 32 bits por pixel) bem como imagens indexadas, fazendo uso da paleta de cores. Este formato também permite o uso de vários espaços de cores como: RGB; CMYK, CIELa b; YUV.

PCD – Este um formato lançado pela Kodak, em 1992 como parte um sistema de digitalização e armazenamento de imagens para suprir a demanda no início da popularização das imagens digitais. Dessa forma, um rolo de filme era capturado por um scanner em imagens com 36 bits (12 bits por cor) e transformado em arquivos digitais por uma estação de tratamento chamada Photo Imaging Workstation (PIW). As imagens então são gravadas num CD usando uma estrutura especial (livro bege), porém compatível com os leitores comuns de CD. O produto não alcançou massa suficiente para se estabelecer no mercado e foi descontinuado pela Kodak. Mas o formato ainda é lido e aceite pelos principais programas de edição de imagens.

Bitmap – Significa Mapa de Bits. Este formato é composto por pixéis que são dispostos e coloridos de maneiras diferentes para formar um padrão. A sua extensão é .bmp e é um formato padrão do Windows.

Resoluçao de imagem, DPI

A resolução de uma imagem é a medida que nos diz a quantidade de detalhe que essa imagem contem. A resoluçao de imagem pode ser medida de varias formas. Basicamente, a resoluçao quantifica o quanta proximas as linhas podem ficar umas das outras e ainda assim serem visivelmente determinadas.

DPI – Sigla para “Dots Per Inch”. é usada com unidade de medida na impressão para descrever a resolução geométrica de uma imagem. Quanto mais elevado é o DPI melhor é a resolução da imagem e a sua qualidade.
O DPI descreve a capacidade de resolução de uma impressora, maquina de filma etc.

Operaçoes de manipulação e edição de imagem:

Hoje em dia já é possível conseguirmos alterar uma imagem. Alterar as suas cores, volumes, superfícies, enfim, quase nada é impossível no campo da manipulação de imagem. Já existem vários programas que nos oferecem as ferramentas para procedermos a essas tais alterações. Um deles, e talvez o mais famoso, é o Photoshop.
São 7 as suas categorias principais:- Operações de edição; são as mais simples e dão-nos a possibilidade de alterarmos os pixéis individualmente da imagem.

– Operações de filtragem; esta função permite-nos aplicar efeitos á imagem.

– Operações sobre pontos; aplicam uma função a cada pixel desenvolvendo uma imagem desigual mas sempre com base na original, assim deixando realçar ou corrigir as cores da imagem.

– Operações de conversão de imagem; envolve a compressao e a descompressão de imagens, a alteração do modelo de cor, e a sua profundidade.

– Operaçao de conversão entre formatos; esta ferramenta permite-nos converter a imagem de um formato para o outro.

– Transformações geométricas; esta ferramenta permite-nos o deslocar, a rodar e também a inverter as imagens.

– Operaçoes de composição; aqui misturamos grupos de pixels de diferentes imagens e assim criamos uma só imagem.

E outras outras operações, tais como:

Marquee tool – Permitem seleccionar partes rectangulares quadradas ou elípticas da imagem editada
Move tool – Permitem mover selecções, camadas e guias.
Lasso tools – permitem fazer selecções à mão livre, poligonais ou magnéticas
Magic wand tool – seleccionam áreas igualmente coloridas
Crop tool – corta imagens
Slice tool – cria pedaços da imagem
Slice selection tool – selecciona pedaços da imagem
Clone stamp tool – pinta com uma amostra de uma imagem
Pattern stamp tool – pinta como parte duma imagem como padrão.
History brush tool – pinta uma cópia dum estado seleccionado ou duma imagem instantânea para a janela actual.
Art history brush tool – pinta com pinceladas estilizadas que simulam a aparência de diferentes estilos de pintura, usando um estado seleccionado ou uma imagem instantânea
Eraser tool – apaga pixéis e restaura partes de uma imagem para um estado anterior.
Background eraser tool – apaga áreas do fundo para transparente
Magic eraser tool – apaga áreas solidamente coloridas transformando-as em transparentes com um simples clique.
Gradient tools – criam linhas rectas, radial , ângulos , reflexos , e diamond , misturas entre cores
Paint bucket tool – enche áreas com cores similares com a cor de primeiro plano
Blur tool – esbate as arestas sólidas duma imagem.
Sharpen tool – torna mais sólidas as arestas suaves duma imagem.
Smudge tool – arrasta partes duma imagem.
Dodge tool – clareia áreas duma imagem.
Burn tool – escurece áreas numa imagem.
Path selection tools – faz selecções de formas ou segmentos mostrando âncoras, linhas e pontos de direcção.
Type tool – cria tipo numa imagem.
Pen tools – permite-nos desenhar percursos suaves
Custom shape tool – faz formas à medida seleccionadas duma lista.
Annotations tool – faz anotações em forma de texto ou voz que podem ser associadas a uma imagem.
Eyedropper tool – experimenta cores numa imagem.
Measure tool – mede distâncias, localizações e ângulos
Hand tool – move a imagem na sua janela.
Zoom tool – aumenta e reduz a visualização da imagem

Mascaras

As mascaras permitem-nos separar e proteger a área seleccionada de uma imagem. Assim quando se altera cores, sombreados, luzes ou qualquer outro tipo de efeitos essa área seleccionada não sofre quaisquer alterações.

Filtros

Os filtros são uma ferramenta utilizada para melhorar partes de uma imagem ou ate mesmo disfarçar certos defeitos presentes nela. o programa de edição de imagem Photoshop, oferece-nos variados filtros, assim podemos escolher o que melhor se adequa á imagem que está a ser alterada.

Codificação de imagem

Necessidade de compressão

Numa imagem digital está presente milhares de pixéis. Quantos mais pixéis a imagem tiver mais resolução e tamanho tem a imagem. Devido a esse facto é necessário recorrer à compressão de imagens para poupar espaço e tempo por elas acumulado. Existem vários formatos em que a compressão pode ser feita. Os principais são: JPEG, GIF, TIGG e PNG.
Existem dois tipos de compressa: A compressão com perda de daos e a compressão sem perda de dados.

Na compressão com perdas é notória a perda de dados devido ao facto de que a resolução da imagem ser mais crucial que o seu aspecto. O formato JPEG utiliza este tipo de compressão em imagens, assim como o formato GIF. Neste última essa perda é muito mais visível.

Na compressão sem perdas de dados é valorizada a qualidade da imagem não se dando importância ao tamanho ou peso envergado pela imagem. Este requisito é cumprido de forma mais eficiente nos formatos PNG e TIFF.

Cor real

Numa imagem a cor real aquilo que visualizamos a olho humano corresponde ao que visualizamos numa imagem. Ou seja não sofreu nenhuma alteração na sua cor.

Cor falsa

Numa imagem a cor falsa aquilo que visualizamos a olho humano da realidade não corresponde ao mesmo que visualizamos a olho humano. Geralmente as cores falsas são utilizadas para mostrar dados que não são visíveis a olho humano.

Noção de pixel e côr digital

Noção de pixel e cores

A palavra pixel é a junção dos termos Picture e Element e significa elemento de imagem. Podemos verificar a presença deles em todas as imagens que visualizamos. Há medida que damos zoom a uma imagem verificamos que essa vai perdendo a sua nitidez e tornando-se em quadrados de uma só cor. Esses pequenos quadrados são os tais pixéis, uma só imagem contem milhares de pixéis e são esses pixéis que dão a cor e a forma à imagem.

Cor digital

A cor é uma percepção visual estimulada pela presença da luz. E onde há luz há diferentes níveis de cor assim como pode variar dependendo do equipamento em que for visualizada. O conceito ‘digital’ deriva do sentido “representação numérica” o que quer dizer que a cor digital é a cor das imagens digitais, querendo dizer, das imagens formadas por números.

Os modelos mais utilizados são os “RGB” e “CMYK”. O modelo “RGB” (red, green, blue) é utilizado na reprodução de cores em dispositivos electrónicos como por exemplo em monitores, scanner e maquinas ditais. Já o modelo “CMYK”(Cyan, Magenta, Yellow, Back) é utilizado para impressoras e fotocopiadoras.

Conceito de Multimédia

O que é a multimédia:

A multimédia é uma forma de comunicação que abrange vários meios para fazer passar uma mensagem.
O termo “multimédia” engloba diferentes meios, controlados por computador, numa só palavra, meios dos quais: texto, gráficos, imagens, vídeo, áudio, animação.

A tecnologia é a chamada “mãe” da multimédia, pois para se definir e conhecer o que é a multimédia temos que nos sustentar nela. É a tecnologia que cria a experiencia. Os conteúdos multimedia estão geralmente relacionados a um computador que contem suportes de dados como os CD’s, DVD’s e mais recentemente as PEN DRIVES.

Para que serve este blog?

Neste blog pretendo publicar os trabalhos práticos realizados ao longo do ano a Of. MultimediaB, bem como as pesquisas de conteúdos teóricos e trabalhos artísticos relacionados com a área da Multimedia  que servirão de suporte e inspiração ao meu trabalho prático.

Temas de trabalhos a pesquisar:

Fotografia Digital; Música electrónica; Vídeo Digital, Animações, Projectos Multimédia.

Sub-temas:

Vídeo-arte; Animação 2d e 3d; Performance;
Digital Performance; Arte interactiva; Digital Art;
Documentários; Instalações interactivas; Música electrónica;
Instalações multimédia; Dança Contemporânea; Fashionable Technology, etc.

Temas das pesquisas teóricas:

Introdução ao Multimédia Digital; Imagem Digital; Som Digital; Vídeo Digital; Animação; Integração multiméda.


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